Nós educadores sabemos bem o quão importante é esta relação...infelizmente ainda nos dias de hoje esta ainda tem muitos passos a dar para se tornar uma relação saudável, constante e benéfica para ambas as partes...Mas, cada vez mais há uma consciência da sua importância! Deixo-vos aqui um trabalho realizado em que aprofundamos esta temática.
http://www.mediafire.com/?7q07o712gqi1vpf
Criei este Blogue com o intuito de realizar um bloguefólio para a unidade curricular de Teorias do Currículo e Desenvolvimento Curricular, sobre a orientação do Prof. Carlos Jorge De Sá Pinto Correia, do Complemento de Formação Científica e Pedagógica de Educadores de Infância
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A reprodução
Na unidade curricular de ciências do cosmos, da terra e da vida preparamos a apresentação de um trabalho com o tema da reprodução. Analisem e deliciem-se com as fotos que as crianças fizeram relacionaod com o tema e baseado numa história...Fantástico!
http://www.mediafire.com/?8enjotc9d44yome
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Expressão plástica e a sua importância.
As actividades no Jardim de Infância passam por várias áreas de conteúdo, ou seja, diferentes aprendizagens que passam pela realização de actividades variadas. As crianças aprendem mexendo, experimentando, descobrindo, AGINDO.
Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.
Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.
É através da expressão plástica que, com prazer, é desenvolvida a motricidade fina na criança. A par da utilização dos materiais,começa a tentar representar o que lhe vai na mente. Através desta expressão a educadora tem alguma percepção do desenvolvimento da criança.
Através da Expressão Plástica, direccionada quer seja para a pintura, para o desenho, ou para execução de trabalhos artesanais, a criança estimula a criatividade; trazendo benefícios para outras áreas de estudo. Uma criança que tem por hábito desenhar, colorir, pintar, estudar música, ou fazer algum tipo de artesanato adquire uma habilidade mental maior e uma capacidade de criar também maior, originando consequentemente um crescimento de sua desenvoltura, bem como o estimulo para ter iniciativa diante de situações e uma maior facilidade de comunicação com o mundo que a cerca. Por isso, pais e educadores, estimulem trabalhos de expressão plástica; há muitos campos a serem explorados dentro desta disciplina
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Educar não é nada fácil...
"É muito comum nos dias de hoje nos questionarmos sobre a educação que estamos dando aos nossos filhos. E, mais do que isso, é comum nos sentirmos inseguros com as atitudes que temos ou com as providências que tomamos diante de um conflito na difícil tarefa de educar. Tenho crianças em casa e, por isso, não só como educador mas como pai, eu mesmo me vejo diante do dilema: “será que estou fazendo a coisa certa?”
No meu entendimento, erramos muito, mesmo que o único objetivo seja acertar. Erramos por excesso, por medo ou por achar que somos mais vividos e, por isso, sabemos exatamente o que fazer. Lembro que meus pais também agiam assim e, com certeza, meus avós também agiram dessa forma. Mas o que fazer para tentar errar menos? É importante termos segurança, metas educacionais e muita clareza em nossos objetivos. São os nossos valores e princípios, nossa ética e preceitos que devem nortear nossa caminhada.
Se você acha que seu filho agiu errado porque uma atitude dele acendeu a luz amarela de sua consciência, converse com ele, mostre a ele o caminho de forma segura e paciente. Seja firme, mas dócil. Não tenha culpa por reprimir uma ação que não julgue aceitável. É necessário o diálogo e é preciso impor limites. Não podemos ser omissos, permitindo que a criança faça de tudo. É feio e é, acima de tudo, ruim para ela. Diante dos colegas, vizinhos e parentes, ela se torna uma criança indesejável, chata. O pior é que ninguém fala isso para nós, e a gente sempre tem aquela desculpa: “É fase, isso passa”. Passa se agirmos, se interferirmos, no sentido de corrigir. Amar a criança é torná-la aceita em seu meio e permitir que ela seja feliz.
A boa educação não deve ter como parâmetro os conflitos que nós tivemos na infância. A criança de hoje vive em mundo diferente do nosso. Não adianta pensar que nossos filhos irão agir como agíamos. Eles são de outra época. Assim, cada filho é um ser individual que vive seus dilemas e que reage de forma diferente do que reagiríamos ou reagimos quando vivemos na infância conflitos semelhantes. Agora, uma coisa é certa, mesmo vivendo em “mundos diferentes”, somos seres humanos dotados de sensos que necessitam serem despertados. Os pais, ao lado dos professores, são os responsáveis por essa magnífica tarefa: despertar nas crianças os sensos que a formarão como seres humanos. Educar é isso. É conduzir, orientar e formar.
Aos pais, cabe ainda uma avaliação mais profunda: é necessário observar se estão mesmo vigilantes quanto ao propósito de serem mestres de seus filhos. Não deixem que sejam desrespeitosos quando falam com você. Seja afetuoso e ensine a eles a valorizar o que possuem. Cobre deles respeito e compromisso. Permita que eles sejam autônomos, mas mostre o porto, caso necessitem de apoio. Seja cúmplice deles e estabeleça limites. Não é uma forma mágica, mas sim um princípio simples que, na correria do dia a dia, temos nos esquecido! Os pais têm que estar seguros do que realmente querem de seus filhos e para os seus filhos. E mesmo com tudo isso, ainda tenho coragem de dizer a vocês que continuaremos errando. Não muito, mas ainda erraremos, mesmo que a vontade seja sempre de acertar.
Quanto aos valores, saibam que pai e mãe têm mais responsabilidade do que a Escola. Os princípios éticos e morais, embora colocados pela Escola, são parâmetros de cada família ou grupo social em que essa família está contextualizada. Claro que não iremos ter uma unanimidade na questão dos valores humanos, mas se faz necessário observar junto aos filhos as necessidades de respeitarem os amigos, os mais velhos, os professores e o ambiente em que vivem. Respeitar a natureza, as diferenças étnico-culturais e conhecer as mazelas sociais de forma a se sensibilizarem com os problemas do meio em que vivem. Valores são fundamentais para que as nossas crianças cresçam com espírito de cidadania e respeito à pluralidade do mundo em que vivemos. Crianças conscientes, educadas e colaboradoras permitem que o mundo seja melhor. Nessa tarefa de educar para a vida, nós, “educadores escolares”, convidamos os “educadores familiares” a caminharmos juntos no desafio de educarmos nossas crianças com o senso de respeito aos outros. Não podemos achar bonito os filhos que são brigões na escola, egoístas e espertões. Vamos ensinar-lhes que o sentido da vida não está em levar vantagem em tudo, mas sim em compartilhar e respeitar, e que isso não desfaz a ideia de estarem sendo preparados para serem pessoas de sucesso na vida. Aliás, o verdadeiro sucesso está em pessoas que venceram com ética e respeito ao próximo. A verdadeira liderança é aquela que respeita os liderados e se coloca a seu lado, mesmo que a decisão esteja com ela."
O autor
José Romero
Professor
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