| Reggio Emília 21 de Junho de 20011 Clique aqui para ver a apresentação do modelo pela Dra. Elisa Leandro A 21 de Junho perante um auditório repleto, a professora Elisa Leandro, deu a conhecer o projecto Reggio Emília. Com origem em Villa Célia, seis anos após a 2ª guerra mundial, o projecto nasceu da determinação de algumas mães que a partir de escombros construíram uma escola, querendo também implementar uma nova pedagogia. O professor Loris Malaguzzi, também jornalista, entusiamado com a inovação que esta situação criou, seguiu a par e passo este novo projecto e com uma equipa alargada aprofundou e sistematizou o tipo de ensino que estava a surgir. Com base no impulso natural do ser humano em querer investigar, na valorização do processo de busca e descoberta das crianças, Malagguzi fundamenta as bases do modelo pedagógico na Pedagogia da Escuta e nas Cem linguagens da criança. Integra a a arte enquanto ferramenta para o pensamento. Os educadores têm como competências básicas a sensibilidade para perceberem os sinais das crianças e as suas várias formas de linguagem ao tentarem interpretar o mundo que as rodeia. A criança é encorajada a explorar o seu ambiente, organizado de forma que seja rico em possibilidades, e a expressar-se através de todas as suas “linguagens” – desenho, pintura, palavras, movimento, colagens, dramatizações, música, escultura, montagens – o que lhe possibilita inúmeras vivências simbólicas e de criatividade. O modelo Reggio Emília, ao longo do tempo tem sofrido diversas influências e evoluções de teorias e práticas de autores como, Freinet, Dewey,Vygotsky, Erickson, Piaget, Bronfenbrenner, Howard Gardner, Shaffer, Gabriel Mugny, etc.,. Mas na sua essência permanece a teoria construída pela prática de Loris Malaguzzi “(...) incentiva o desenvolvimento intelectual das crianças dando apoio e estímulo sistemático à sua representação simbólica.” (Elisa Leandro) Em termos de princípios preconiza-se respectivamente:
Após a visita à exposição e consulta de documentação as educadoras Cláudia Ramos e Katherine Silva apresentaram a sua prática inserida no Modelo Reggio Emília. Ambas leccionam na Obra Social Paulo VI, uma instituição construída de raiz e que fisicamente possui algumas das características das escolas Reggio-Emilianas. As salas de trabalho estão situadas ao redor de uma Praça Central em forma de quadrado, onde se realizam as festas, as exposições. É um local de encontro em que se promove a comunicação. Nas salas de trabalho são valorizados os aspectos artísticos como incentivo ao desenvolvimento e crescimento das crianças, de modo a que dos interesses das crianças surjam projectos dinamizadores de aprendizagens e de experiências. No espaço de Atelier as crianças exploram com as mãos e a mente diversos materiais, aprendem a utilizar diversas técnicas de expressão e educam a sua sensibilidade estética. É uma área transversal a todas as outras áreas de trabalho, como um laboratório de expressão plástica, um espaço de prazer e aprendizagem. O planeamento pressupõe a organização dos materiais, pensamentos e situações de aprendizagem. Está inerente, a comunicação entre crianças, educadores e famílias. A adaptação às necessidades e interesses das crianças é um critério do currículo emergente do modelo pedagógico. Em Reggio Emília o projecto não é criado ao acaso. Resulta de uma exploração de tópicos que se revelam interessantes para conduzir o trabalho de observação e pesquisa das crianças . Esses tópicos surgem de situações e experiências relevantes para as crianças. Um bom projecto é aquele que aguça o interesse das crianças, que está próximo da experiência delas e é rico em possibilidades que permitam variadas actividades significativas. Com base nestes pressupostos as educadoras apresentaram um projecto desenvolvido com as suas crianças. Em síntese: “O objectivo do projecto educacional Reggio Emília é, segundo os seus educadores criar uma criança protagonista, investigadora, capaz de descobrir os significados das novas relações e de perceber os poderes de seus pensamentos por meio da síntese de todas as linguagens: expressivas, comunicativas e cognitivas.” (Portal educacional) Manuela Moreira |
Criei este Blogue com o intuito de realizar um bloguefólio para a unidade curricular de Teorias do Currículo e Desenvolvimento Curricular, sobre a orientação do Prof. Carlos Jorge De Sá Pinto Correia, do Complemento de Formação Científica e Pedagógica de Educadores de Infância
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Reggio Emilia
terça-feira, 3 de maio de 2011
Direitos das crianças
Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de Novembro de 1959[1], representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, porém, voltada para as crianças.
1- Todas as crianças são iguais e têm os mesmo direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
2- Todas as crianças deve ser protegida pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possa se desenvolver física e intelectualmente.
3- Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.
4- Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe
5- As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
6- Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
7- Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer
8- Todas as crianças têm direito de ser socorrida em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.
9- Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho.
10- Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
1- Todas as crianças são iguais e têm os mesmo direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
2- Todas as crianças deve ser protegida pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possa se desenvolver física e intelectualmente.
3- Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.
4- Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe
5- As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
6- Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
7- Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer
8- Todas as crianças têm direito de ser socorrida em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.
9- Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho.
10- Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
domingo, 1 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
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